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Nova Escala de Turno – Resultados
Os operadores foram recebidos na sala de reuniões, em grupos de dois, com o objetivo de serem informados acerca das duas escalas disponíveis para implementação após a pausa da Páscoa. Ambas as propostas contemplam o fim da sequência de sete manhãs de trabalho consecutivas, mantendo-se, contudo, o regime de entradas ao serviço às 06:00, 14:00 e 22:00.
Durante estas reuniões foram apresentadas as duas escalas já previamente estudadas, recorrendo a tabelas e suportes visuais que permitiram uma perceção clara das principais semelhanças e diferenças entre ambas. Foi dada a todos os operadores a oportunidade de expressarem a sua opinião relativamente aos aspetos que considerassem mais benéficos ou menos favoráveis em cada uma das alternativas, tendo as conversas decorrido num ambiente cordial, construtivo e participativo.
Foram apresentados argumentos pertinentes em ambos os sentidos, não se tendo, contudo, identificado qualquer fator crítico que, de forma objetiva, invalidasse uma das opções em detrimento da outra. As preferências manifestadas tenderam a assentar sobretudo em circunstâncias pessoais, nomeadamente organização familiar, gestão dos períodos de descanso e hábitos individuais, todas elas legítimas, mas sem predominância suficiente para se sobreporem, em termos de relevância, aos argumentos de sentido contrário.
Foi igualmente solicitado aos operadores que partilhassem a sua perceção relativamente ao horário atualmente em vigor desde janeiro do presente ano, com entradas às 06:00, 14:00 e 22:00. O feedback recolhido aponta para uma maioria globalmente satisfeita com esta alteração:
- 28 operadores manifestaram satisfação com o novo horário;
- 5 operadores indicaram ser-lhes indiferente ou referiram ainda não ter uma opinião consolidada;
- 15 operadores demonstraram insatisfação.No final das sessões, cada operador foi convidado a indicar, de forma individual, a sua eventual preferência entre as duas escalas apresentadas. Da análise das respostas obtidas resulta o seguinte:
- Escala A (idêntica à praticada na Lactogal): 18 opiniões favoráveis — 37,5%;
- Escala B (idêntica à praticada na Microplásticos): 30 opiniões favoráveis — 62,5%.
Os resultados evidenciam uma preferência clara pela Escala B, ainda que se verifique uma distribuição de opiniões suficientemente equilibrada para concluir que ambas as soluções seriam, em termos operacionais, aceitáveis.
Face aos resultados obtidos, e considerando a preferência maioritária manifestada pelos operadores, entende-se que a Escala B reúne condições favoráveis para ser adotada. Importa ainda salientar que o processo de auscultação promovido permitiu envolver ativamente os colaboradores numa decisão com impacto relevante na sua organização pessoal e profissional, reforçando uma cultura de participação e transparência. Não tendo sido identificados constrangimentos operacionais significativos associados a nenhuma das opções, a adoção da Escala B apresenta-se como uma solução equilibrada, alinhada com a vontade da maioria e compatível com as necessidades de funcionamento da operação, contribuindo assim para a estabilidade organizacional e previsibilidade na gestão das equipas.
